Bacia De Campos – 40 Anos

BACIA DE CAMPOS – 40 ANOS





No dia 16 de dezembro de 1974, era descoberto petróleo na Bacia de Campos. A exploração, porém, começou apenas no final de 1977, com o poço 1-RJS-9-A, que deu origem ao campo de Garoupa, situado em lâmina d’água de 100 metros.

O início da exploração de petróleo foi marcado por homens desprovidos de conhecimento geológico, mas dotados de notável intuição sobre onde buscá-lo.

Em 1984, foi descoberto o primeiro campo gigante em águas profundas do País, Albacora. Mais tarde surgiram outros campos gigantes, como Marlim, Roncador, Barracuda e Caratinga.

Outros campos de grande porte foram descobertos na parte norte dessa bacia, já no estado do Espírito Santo: Jubarte e Cachalote, na área que ficou conhecida como "Parque das Baleias".

Hoje, a Bacia de Campos é a principal área sedimentar já explorada na costa brasileira. Se estende das imediações da cidade de Vitória (ES) até Arraial do Cabo, no litoral norte do Rio de Janeiro, em uma área de aproximadamente 100 mil quilômetros quadrados.

Nesse gigantesco laboratório a céu aberto, a Petrobras testa as principais tecnologias offshore experimentadas no desenvolvimento de projetos de produção a profundidades d'água nunca testadas anteriormente no mundo.

Uma das inovações nesses campos foi a instalação do primeiro sistema de produção antecipada sobre uma plataforma flutuante. Com ele, foi reduzido o tempo de maturação de quatro a seis anos para quatro meses. Foi o desenvolvimento desses sistemas que permitiu, mais tarde, extrair petróleo de águas profundas e ultraprofundas.

O Plano de Negócio e Gestão 2015-2019 da Petrobras prioriza, para a Bacia de Campos, investimentos no pós-sal, onde, em 2017, está previsto o início da produção em dois campos: Tartaruga Verde e Tartaruga Mestiça. Além disso, no mesmo ano, há a previsão de realização do Teste de Longa Duração do reservatório de Forno, no pré-sal da concessão de Albacora.

Em 2017 a Bacia de Campos completará 40 anos desde o seu descobrimento e a Brasil Offshore orgulha-se de fazer parte dessa grande história de sucesso. O evento, em sua 9ª edição, trará novidades para marcar o ano e os feitos desta descoberta, em forma de comemoração durante seus dias de realização. Aguarde novidades!



Curiosidade

Porque “Campos”?

Da mesma forma que as cidades, os sítios geológicos - no caso, as bacias sedimentares - recebem nomes de acidentes geográficos ou cidades próximas, este procedimento é seguido internacionalmente e regido pelo "Código de Nomenclatura Estratigráfica", adotado pelos geólogos. Assim foi batizada a Bacia de Campos, como o foram as de Pelotas, Santos, Foz do Amazonas, Recôncavo Baiano e outras.
Curiosamente, no caso de Campos, a cidade devolveu a um acidente geográfico o nome que recebeu em razão dos campos formados pelos sedimentos acumulados em milhões de anos.


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